Pós-colheita de flores comestíveis

Rogério Gomes Pêgo, Cibelle Vilela Andrade Fiorini, Thayane Aguiar De Deco, Regina Celi Cavestré Coneglian, Mariana Caroline Guimarães Xavier, Wanderley Philippe Cardoso Ferreira

Resumo


O objetivo deste trabalho foi avaliar as alterações das propriedades físico-químicas de diferentes espécies de flores comestíveis, no período pós-colheita. Flores de Viola cornuta (de cor clara ou escura), Viola tricolor, Antirrhinum majus, Dianthus chinensis e Tagetes patula foram selecionadas, embaladas e acondicionadas em câmara frigorífica do tipo BOD, a 5±1°C e 90–95% de umidade relativa. A cada dois dias, avaliou-se a perda de massa de matéria fresca, a qualidade visual por escala de notas e a longevidade total. Também avaliou-se o teor de sólidos solúveis (SS) totais, a acidez titulável (AT), a relação SS/AT e o pH, no momento da colheita e ao final da vida pós-colheita. Houve aumento significativo nos valores de SS em V. cornuta de cor clara, V. tricolor e D. chinensis. Observou-se a redução da AT de V. cornuta de cor clara, V. tricolor, A. majus e D. chinensis ao final da vida pós-colheita. O valor do pH aumentou significativamente apenas em flores de T. patula. As espécies de flores comestíveis estudadas têm longevidade comercial curta, que varia de 4 a 10 dias, enquanto a longevidade total máxima varia de 6 a 14 dias.


Palavras-chave


Antirrhinum majus; Dianthus chinensis; Tagetes patula; Viola cornuta; Viola tricolor; longevidade

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