Parâmetros fisiológicos em plantas de tomate submetidas à salinidade e tratadas com brassinosteroide

Sebastião de Oliveira Maia Júnior, Jailma Ribeiro de Andrade, Ronaldo do Nascimento, Robson Felipe de Lima, Elka Costa Santos Nascimento, Vilma Marques Ferreira

Resumo


O objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos de brassinosteroide sobre os parâmetros de fluorescência da clorofila a, o índice SPAD e a suculência foliar em plantas jovens de tomate (Lycopersicon esculentum) sob estresse salino. O delineamento experimental utilizado foi o em blocos ao acaso, em arranjo fatorial 5×2 – cinco níveis de salinidade da água (0,5, 1,5, 3,0, 4,5 e 6,0 dS m-1) × duas doses de 24-epibrassinolídeo (0 e 10-6  mol L-1 de EBL). Aos 23 dias, o tratamento sem EBL mostrou que o aumento da salinidade da água reduziu a eficiência fotoquímica máxima, primária e efetiva do PSII, assim como a taxa de transporte de elétrons, o índice SPAD, a suculência foliar, a massa de matéria seca total e o índice de tolerância ao estresse, mas aumentou a fluorescência inicial e o excesso relativo de energia no PSII. Com o aumento da salinidade, nos tratamentos com EBL, houve aumento da eficiência efetiva do PSII, da taxa de transporte de elétrons, do índice SPAD, da suculência foliar, da matéria seca total e do índice de tolerância ao estresse. O epibrassinolídeo promove efeitos benéficos sobre a integridade do PSII, o índice de clorofila e a suculência foliar em plantas jovens de tomate submetidas a níveis de até salinidade 6,0 dS m-1.

Palavras-chave


Lycopersicon esculentum; 24-epibrassinolídeo; suculência foliar; NaCl; fotossistema II

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