Vias de formação, estabilidade e características químicas de agregados em solos sob sistemas de manejo agroecológico

Celeste Queiroz Rossi, Marcos Gervasio Pereira, Octávio Vioratti Telles de Moura, Anástacia Perci Campos de Almeida

Resumo


O objetivo deste trabalho foi identificar as vias de formação de agregados biogênicos, intermediários e fisiogênicos, bem como sua estabilidade e seus atributos químicos em diferentes sistemas de manejo agroecológico. Foram escolhidas cinco áreas para coleta de amostras, em Argissolo Vermelho-Amarelo, no Município de Seropédica, RJ: SAF, sistema agroflorestal, com 10 anos de implantação; C-SOL, café a pleno sol, com 15 anos; C-SOM, café sombreado, com 15 anos; AL-FLE, aleias com flemíngia (Flemingia macrophylla), com 10 anos; e PD, sistema plantio direto, com milho e berinjela, com 6 anos. As amostras foram coletadas às profundidades de 0,00–0,05 e 0,05–0,10 m, e a fração dessas amostras retida em peneiras de 9,7 e 8,0 mm foi utilizada para identificar os diferentes tipos de agregado. Após a separação, foram avaliados a estabilidade e os atributos químicos de cada tipo. Os sistemas de manejo não produziram efeito sobre a proporção média de cada tipo de agregado, e a contribuição relativa dos agregados intermediários para a massa total de agregados foi superior à dos demais. Os sistemas C-SOL e C-SOM apresentam os maiores teores de carbono orgânico total, carbono orgânico associado aos minerais, carbono orgânico particulado, independentemente dos sistemas e das profundidades avaliadas.


Palavras-chave


agregados fisiogênicos, carbono orgânico total, fracionamento da matéria orgânica, qualidade do solo, sistemas agroflorestais, vias de formação de agregados

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