Acúmulo de matéria seca e de nitrogênio em milho cultivado no período de inverno com aplicação de nitrogênio no solo e via água de irrigação

Luis Henrique Bassoi, Klaus Reichardt

Resumo


Em Piracicaba, SP, durante o período de inverno e em terra roxa estruturada latossólica, o acúmulo de matéria seca e de N no milho foi analisado em função da aplicação de 120 kg/ha de N, na forma de uréia-amônio-nitrato (URAN) no solo, aos 13 e 47 dias após a emergência das plântulas (dae), com doses de 40 e 80 kg/ha de N, respectivamente, e via água de irrigação (fertirrigação), aos 34, 49, 64, 82 e 101 dae, nas doses de 4, 6, 45, 30 e 35 kg/ha de N, respectivamente. Observou-se que as plantas fertirrigadas apresentaram maior diferenciação aos 95 dae, com maior teor de N na matéria seca e, conseqüentemente, a quantidade de N permaneceu maior até a colheita (150 dae). As aplicações de N em estádios mais avançados do desenvolvimento do milho proporcionaram maior acúmulo de matéria seca e de N na parte aérea, maior translocação de N para os grãos e maior produção de grãos (5.072 kg/ha), nas plantas fertirrigadas, em comparação com as plantas fertilizadas no solo (4.516 kg/ha).

Palavras-chave


<i>Zea mays</i>; fertirrigação; acúmulo de nitrogênio

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