Adubação fosfatada com fertilizante organomineral em cultivo de milho em Nitossolo Vermelho com elevado teor de fósforo

Marco André Grohskopf, Juliano Corulli Corrêa, Dirceu Maximino Fernandes, Vinícius de Melo Benites, Paulo César Teixeira, Caio Vilela Cruz

Resumo


O objetivo deste trabalho foi avaliar o teor nutricional e a produtividade de grãos de três cultivos de milho (Zea mays) em resposta à adubação fosfatada com fertilizante organomineral à base de cama de aves ou mineral, quando cultivado em Nitossolo Vermelho distroférrico com elevado teor inicial de fósforo. O experimento foi conduzido em campo, em delineamento de blocos ao acaso, em arranjo fatorial 2×4+1 (fertilizantes organomineral ou mineral × 20, 40, 60 ou 80 kg h-1 de P + controle sem adubação fosfatada), com quatro repetições cada um. Foram determinados os teores de P disponível e carbono orgânico total (COT) no solo ao final do ciclo da cultura, os teores de P no tecido vegetal e a produtividade de grãos. O índice de eficiência agronômica (IEA) foi estimado com base na produtividade de grãos. Após três safras, os teores de P disponível e COT no solo não aumentaram significativamente com uso dos fertilizantes, mas apresentaram relação direta com as doses de P. Em um Nitossolo Vermelho distroférrico com elevado teor inicial de P, o uso de fertilizante organomineral à base de cama de aves proporciona maior produtividade de milho, com IEA 20% superior ao do fertilizante mineral.


Palavras-chave


eficiência agronômica; fertilização; fertilizante mineral; resíduo orgânico

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