Perdas na produtividade de milho safrinha em razão de podridões da base do colmo

Rodrigo Véras da Costa, Jones Simon, Luciano Viana Cota, Dagma Dionísia da Silva, Rodrigo Estevam Munhoz de Almeida, Fabrício Eustáquio Lanza, Bruno Cocco Lago, Alan Alves Pereira, Leonardo José Motta Campos, José Edson Fontes Figueiredo

Resumo


O objetivo deste trabalho foi avaliar as perdas causadas pelas podridões da base do colmo em híbridos de milho (Zea mays), bem como identificar os principais patógenos causadores da doença, durante a safrinha, no Estado do Tocantins, Brasil. Foram realizados dois ensaios, um com cinco híbridos, em 2015, e outro com quatro, em 2016. Espigas de plantas sadias e doentes foram colhidas em cada parcela, por ocasião da colheita. Foram medidos tamanho de espigas, peso de grãos e espigas, e umidade dos grãos. De cada planta doente, foi retirado um fragmento do colmo com dois a três entrenós, utilizado para identificação e quantificação dos patógenos. Os patógenos mais comuns foram: Fusarium graminearum, Stenocarpella maydis e Macrophomina phaseolina. Todas as variáveis de produtividade foram significativamente menores nas plantas doentes, com perdas médias de 30,6%, em 2015, e de 34,3% em 2016. As maiores perdas são observadas em híbridos com maior relação entre pesos de grãos e espigas.

Palavras-chave


Fusarium graminearum; Zea mays; acamamento; quebramento do colmo; doenças de colmo

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