Macrofauna edáfica em diferentes usos da terra na Amazônia colombiana

Leonardo Rodríguez Suárez, Yuli Tatiana Paladines Josa, Erika Judith Astudillo Samboni, Karla Dayana Lopez Cifuentes, Ervin Humprey Durán Bautista, Juan Carlos Suárez Salazar

Resumo


O objetivo deste trabalho foi avaliar a macrofauna edáfica e os grupos taxonômicos bioindicadores associados a diferentes usos da terra na Amazônia colombiana. Doze arranjos agroflorestais foram estudados e comparados com a mata nativa e a pastagem. Para cada uso da terra, seis monólitos, divididos em quatro camadas (serrapilheira, e 0–10, 10–20 e 20–30 cm de profundidade) foram coletados aleatoriamente. As variáveis consideradas na análise do efeito dos usos da terra foram: indivíduos por metro quadrado, riqueza de ordens, índice de diversidade de Shannon e índice de equidade de Pielou. Os maiores valores de densidade e diversidade de macrofauna do solo ocorreram na floresta, em contraste com a pastagem. A análise dos componentes principais distinguiu os usos do solo de acordo com a diversidade da macrofauna, tendo separado a floresta nativa dos outros usos da terra. A análise de agrupamento indicou o potencial de alguns sistemas agroflorestais para conservar os valores de densidade e diversidade da macrofauna edáfica semelhantes aos da floresta. De acordo com a análise do valor do indicador, cinco grupos taxonômicos (Diplura, Pseudoscorpionida, Araneae, Chilopoda e Gastropoda), identificados como bioindicadores, estão associados a locais conservados, em razão da sensibilidade de suas populações.


Palavras-chave


sistemas agroflorestais; bioindicadores; riqueza; macrofauna do solo

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