Massa de matéria seca de raízes e distribuição radicular do capim Florico sob diferentes estratégias de pastejo

Ana Carolina Carvalho de Barros, João Carlos de Carvalho Almeida, Sérgio Trabali Camargo Filho, Carlos Augusto Brandão de Carvalho, Ludmila Lacerda Campana, Leonardo Fiusa de Morais

Resumo


O objetivo deste trabalho foi avaliar a dinâmica da massa de matéria seca radicular (MSR) e da distribuição percentual (DP) da densidade radicular do capim Florico (Cynodon nlemfuensis), na camada de 0 a 40 cm de profundidade, sob diferentes estratégias de pastejo. Utilizaram-se duas frequências de desfolha (90 e 95% de interceptação luminosa, como critério para a entrada dos animais em pastejo) e duas severidades de desfolha (20 e 30 cm de resíduo pós-pastejo). Realizaram-se quatro avaliações sazonais no sistema radicular, entre o inverno de 2012 e o outono de 2013, tendo-se utilizado a técnica do monólito com escavação de trincheiras, e retirada de amostras de 1 dm3 da superfície do solo até 40 cm de profundidade, em quatro extratos sequenciais de 10 cm de profundidade cada um. Menores valores de MSR (0.69 g dm-3) foram obtidos no inverno, nas quatro estratégias de pastejo, e os maiores na primavera (1.64 g dm-3), para 30 cm de resíduo pós-pastejo, e no outono (1.63 g dm-3) para 20 cm de resíduo pós-pastejo, independentemente da interceptação luminosa adotada. Entre 52 e 66% da densidade de MSR foi observada na camada de 0–10 cm, nas quatro estratégias de pastejo, em todas as estações do ano.

Palavras-chave


Cynodon nlemfuensis; espécies forrageiras; interceptação luminosa; distribuição percentual; altura de resíduo pós-pastejo; densidade radicular

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