Algodoeiro herbáceo em consórcio com cultivares de caupi

Napoleão E. de M. Beltrão, Laudemiro B. da Nóbrega, Demóstenes M. P. de Azevêdo, Dirceu J. Vieira, João R. Crisóstomo

Resumo


Com o propósito de averiguar o comportamento do algodoeiro herbáceo (Gossypium hirsutum L.r. latifolium Hutch.) cultivar CNPA 2H em monocultivo e consorciado num novo arranjo de plantas e nível populacional, onde o número de plantas por unidade de área da malvácea permanece constante nos dois sistemas, com quatro cultivares de caupi (Vigna unguiculata (L.) Walp subsp. unguiculata), um experimento foi conduzido no município de Gurinhém, PB, no ano agrícola de 1983. A cultivar de feijão de menor força de competição foi a TV x 1836-013J, que reduziu o rendimento do algodão em apenas 13,8% e teve, por outro lado, o menor decréscimo de rendimento (31,9%), passando de 904 kg/ha quando isolado, para 615 kg/ha quando em consórcio. O sistema algodão + TV x 1836-013J apresentou uma renda líquida 33,41% maior que o algodão isolado e índice de uso eficiente da terra de 156. Por outro lado, a cultivar Pitiúba foi a que apresentou maior força de competição, reduzindo o rendimento do algodão em 31,1%. Quando cultivadas isoladas, as cultivares CNC x 24-015E e CNC x 27-2E foram as mais produtivas, com 1.210 e 1.127 kg/ha de feijão em grão, respectivamente.


Palavras-chave


Vigna unguiculata; Gossypium hirsutum; competição; população; indicadores econômicos; indicadores agronômicos

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