Antagonismo direto e biocontrole da podridão‑mole‑do‑tomateiro pelo uso de procariotas

Victor Rafael Barra, Reginaldo da Silva Romeiro, Flávio Augusto de Oliveira Garcia, Andréa Bittencourt Moura, Harllen Sandro Alves Silva, Henrique Lopes Mendonça, Bernardo de Almeida Halfeld-Vieira

Resumo


O objetivo deste trabalho foi avaliar procariotas quanto ao potencial de antagonismo direto para o biocontrole da podridão-mole-do-tomateiro (Pectobacterium carotovorum subsp. carotovorum). Avaliaram-se 45 isolados bacterianos pelo teste de antibiose contra o patógeno. Foram feitos dois ensaios em que sementes de tomate (Lycopersicon esculentum Mill.) cv. Santa Clara foram infectadas com isolados antagônicos. As mudas foram transplantadas para solos infestados com suspensões de propágulos P. carotovorum com OD540 de 0,45 e 0,65. Os antagonistas UFV-0005, UFV-043, UFV-BF112 e UFV-0006 foram eficientes em proteger plantas de tomateiro contra a podridão-mole.


Palavras-chave


Lycopersicon esculentum; Pectobacterium carotovorum subsp.; carotovorum; antibiose; controle biológico; rizobactérias

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