Adaptabilidade e estabilidade de cultivares de aveia‑branca quanto à composição química da cariopse

Maraisa Crestani Hawerroth, Fernando Irajá Félix de Carvalho, Antonio Costa de Oliveira, Luiz Carlos Gutkoski, João Francisco Sartori, José Antonio Gonzalez da Silva, Leomar Guilherme Woyann, Rosa Lía Barbieri, Fernando José Hawerroth

Resumo


O objetivo deste trabalho foi caracterizar as propriedades químicas da cariopse de aveia‑branca (Avena sativa) e determinar a adaptabilidade e estabilidade de cultivares recomendadas para cultivo no Rio Grande do Sul. Os ensaios foram realizados nas safras de 2007, 2008 e 2009, em três municípios: Augusto Pestana, Capão do Leão e Passo Fundo. Foram avaliadas 15 cultivares, em delineamento de blocos ao acaso, com quatro repetições. Foram determinados os teores de proteína, lipídeos e extrativos não nitrogenados na cariopse. O desempenho das cultivares quanto aos caracteres avaliados variou conforme o local e ano de cultivo. A cultivar URS Guapa apresentou elevado conteúdo de extrativos não nitrogenados na cariopse, e baixos de proteína e lipídeo. 'FAPA Louise' apresentou elevado conteúdo de lipídeo, enquanto que 'Albasul', 'UPF 15' e 'UPF 18' apresentaram elevado conteúdo de proteína e baixo teor de extrativos não nitrogenados. Não há evidência de um biótipo ideal para os caracteres avaliados, que apresente, simultaneamente, elevado desempenho médio, adaptabilidade a ambientes favoráveis e desfavoráveis, e estabilidade.

Palavras-chave


Avena sativa; regressão linear bissegmentada; lipídeo; extrativos não nitrogenados; qualidade nutricional; proteína.

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